Papel Digital

29/01/2008

Saudade

Filed under: Sem-categoria — julianamicasi @ 23:06

 Sentir falta de alguém pode causar uma dor que transborda a alma e atinge o corpo. Vira sofrimento físico mesmo.

Mas o instante em que se mata uma saudade … Ah, é eterno, pleno. O mundo poderia acabar naquele segundo, que não faria a menor diferença…

(engraçado como podemos nos dividir em milhões de pedacinhos e sofrer – ou se alegrar – por tantas coisas ao mesmo tempo!)

24/01/2008

No limbo

Filed under: Sem-categoria — julianamicasi @ 19:58

Aeroportos são lugares estranhos, como um vácuo, aterritoriais (se essa palavra não existe, deveria). Quer dizer, é claro que, obrigatoriamente, eles têm de estar localizados em algum lugar, em alguma cidade, mas é como se não estivessem. Estão lá, fisicamente, mas não fazem parte dela. São locais de passagem, não existem por si mesmos, são um limbo.

Minha cidade preferida no mundo inteiro (no pequeníssimo mundo que eu conheço, pelo menos) é o Rio de Janeiro, por motivos que não caberiam em 1000 posts. Infelizmente, desde 2005 que não vou lá, por uma mistura de falta de tempo, de reais e de coragem, já que, depois que minha sobrinha nasceu, fiquei com medo de morrer (vá entender minhas loucuras). Pois bem, esta semana, por conta de uma reunião de trabalho, passei exatamente 3 horas e 40 minutos na cidade, esperando por uma conexão. Quer dizer, na cidade vírgula, no aeroporto.

Geralmente, sou a pessoa mais feliz do mundo quando vejo o Galeão e as luzes da Cidade Maravilhosa, e, desta vez, não foi diferente. Mas estar no Rio e, ao mesmo tempo, não estar no Rio foi muito estranho. Foi como não poder tocar em algo que estava alí, bem do lado. Como diz o título, foi estar no limbo. O máximo que pude fazer foi passar pela porta do aeroporto para admirar o amanhecer nublado da cidade, onde fiquei por alguns minutos destoando totalmente do lugar: enquanto uns corriam para dentro e outros para fora, eu fiquei lá, imóvel, com a fila de taxistas esperando que eu desse sinal para entrar em algum dos carros e o segurança querendo saber se eu estava perdida, ou se precisava de alguma coisa. Perdida eu não estava, afinal, é impossível se perder se você não está em lugar nenhum. E necessidade, mesmo, só a de esticar a mão e alcançar o Rio.

PS. Engraçadinha, Nina e Beth, lembrei de vocês!

PPS. Reparem não, quem me conhece sabe que, de vez em quando, sai um post meio diferente, como este… rs

18/01/2008

Tô aqui, ainda!

Filed under: Sem-categoria — julianamicasi @ 18:10

Olá, meu povo, Feliz Ano Novo!!!! O quê??? Já é 18 de janeiro??? Vixe…

Pois é, o tempo tá voando! Como foram os primeiros dias do ano para vocês? Os meus continuam sendo bastante… bemmeus continuam sendo bastante… bem, inusitados. Nada fora do normal, portanto!

Meu ex namorado está namorando. (Ok.) Uma amiga minha. (Ok.) Ele ainda se acha no direito de mandar mensagens carinhosas pelo Orkut para mim. (Ok?… Certo, nem tanto.  Nem um pouco, na verdade. Homens.) Ele me convida para ir a um show só com ele. (PQP! Simancol???) Ele vem me contar as intimidades (sim, pessoas, sexuais mesmo) dele com a minha amiga pelo MSN. (Pára tudo. Eu devo ter feito algo muito errado em vidas passadas. Ou eu teria feito algo péssimo, se eu acreditasse em vidas passadas. Enfim, eu devo merecer. Certo?!!! Ahhhhhhrgh… ser lésbica talvez fosse mais fácil. HOMENS. QUE ÓDIO.)

E, nesse contexto, vamos todos (eu, a amiga, ele e mais dois casais de amigos) para um casamento onde não conhecemos mais ninguém. Perfeito.

Como vocês vêem, 2008 PROMETE.

Brincadeiras à parte, 2008 é O ANO Mesmo! TUDO DE BOM, gente!!!!!!

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