Não, não… Esse não é um dos casamentos da minha vida neste ano, mas um filme a que assisti no final de semana. Assisti e recomendo!

Rachel vai casar e tudo parece perfeito até que sua irmã problemática Kym tira uma folga da reabilitação para prestigiar o evento. Kym chega causando uma série situações constrangedoras – não de propósito, mas porque os dramas vividos pela família insistem em não caber dentro dela. AVISO: não é comédia romântica, é um filme denso que, apesar disso, mostra a delicadeza das relações humanas, e como uma tragédia familiar pode afetar o rumo de casa pessoa. Destaque para a relação de amor imenso entre Kym e seu pai… Linda.
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PS. Só não entendi o samba do crioulo doido que foi a cerimônia e a festa de casamento de Rachel. Ela e as madrinhas usaram saris (aquele traje indiano), e a única coisa que combinava com eles era o bolo, branco e azul, com um elefante em cima (!). Houve vários elementos da cultura africana. A música foi Reggae. E pop. E rap. E R&B. Do nada, surgiu uma bateria de escola de samba com duas passistas! Sim, duas passistas. Para finalizar, música de orquestra. Hein?!